
O húngaro Peter Besenyei, possivelmente um dos melhores pilotos da sua geração, já ganhou muitas distinções a voar – mas há uma que ainda lhe escapa: a Red Bull Air Race World Series. Duas vezes vice-campeão (2005 e 2006), e após o terceiro lugar da época passada, Besenyei é um dos pilotos mais consistentes da história da competição. Mas incomoda-o o facto de ainda não ter vencido a Red Bull Air Race World Series.
“Gostaria de ganhar o campeonato este ano”, afirma Besenyei, que ficou em terceiro atrás do bi-campeão americano Mike Mangold e do britânico Paul Bonhomme. “A última época foi a minha pior de sempre. Fomos a locais interessantes e emocionantes, mas a sorte não esteve do meu lado. Perdi várias corridas por apenas um décimo ou mesmo um centésimo de segundo”.
Besenyei, um herói nacional na Hungria pelos seus feitos como piloto e por ser o primeiro homem e realizar um voo invertido por baixo da famosa ponte Széchenyi Lánchíd, no coração de Budapeste, é um dos pilotos mais sérios e calmos do campeonato. Ele tende a dar respostas curtas, mesmo quando ganha – como aconteceu na última época em Abu Dhabi e em Monument Valley. Besenyei teve um início brilhante em 2007, vencendo duas das três primeiras corridas. No entanto, não conseguiu manter a consistência de outras épocas, e depois disso foi vítima do rápido desenvolvimento de muitos pilotos de segundo plano na segunda metade da época.